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Sistemas de Pinturas em Metais

29Jul

Olá, tudo bem? Sou o Felipão, consultor técnico especialista em tintas e pinturas. Neste blog, vamos falar a respeito dos metais e vamos dar algumas opções de sistemas de pintura para estas superfícies. Os metais são elementos químicos, sólidos ou líquido, capazes de conduzir a eletricidade e o calor com brilho característico. As principais particularidades são; maleabilidade, resistência, condutibilidade e brilho, são encontrados cerca de 68 tipos com muitas variedades, os mais conhecidos e utilizados para pintura são o ferro, alumínio, aço carbono e metalon. Uma das dúvidas mais comuns sobre metais é a respeito dos metais galvanizados, que nada mais é do que o aço carbono revestido de uma fina camada de zinco, através de imersão ou eletro galvanização, melhorando muito a proteção anticorrosiva após secagem do revestimento, seria como uma pintura de fábrica, utilizando o zinco como revestimento protetor. Este tipo de superfície necessita de um fundo especial para promoção de aderência, ou uso de esmaltes a base de água, que tem por si só uma ótima aderência sobre estes substratos. Os locais onde mais se aplica o metal galvanizado são: chapas, telhas, canos, calhas, rufos, etc. Os sistemas de pintura para metais podem ser divididos em algumas opções: 1 – Alumínio – Aplica-se um Fundo para galvanizados para promover aderência depois um esmalte sintético ou tinta a óleo com acabamentos que podem ser; brilhante, acetinado ou fosco. Ou, aplica-se um Fundo a base de água e como tinta um Esmalte a base de água com opções de acabamentos brilhante ou acetinado. 2 – Galvanizados – Também deve ser usado o Fundo para galvanizados e sobre ele pode ser aplicado um esmalte sintético ou tinta a óleo, com opções acabamentos brilhantes, acetinado e fosco. Ou ainda como opção, pode se aplicar um Fundo a base de água e depois como tinta, o esmalte a base de água com acabamentos brilhante ou acetinado. 3 – Aço carbono, ferro ou metalon; Aplica-se como fundo anticorrosivo o Fundo óxido ou zarcão e depois como acabamento o esmalte sintético ou a tinta a óleo, brilhante, acetinado ou fosco ou ainda o esmalte a base de água. Como opção de fundo e acabamento existem os Esmaltes dupla função; compostos de um fundo anticorrosivo + acabamento. Importante – a preparação destas superfíces requerem lixamento, limpeza com thinner ou solução desengraxante e no caso do aço carbono ou ferro, a remoção total da ferrugem, se a opção for a utilização de sistemas de pintura com fundos óxidos ou zarcão. Na opção da utilização de esmaltes dupla função (fundo e acabamento), a remoção total da ferrugem não é necessária, porém um leve lixamento para melhorar o acabamento e uma limpeza, sim. A ferrugem é um processo irreversível para metais ferrosos; ferro, aço carbono, metalon, etc. Se não tratada, ao chegar no estágio da corrosão, há um risco de comprometimento estrutural deste metal, por isto, não deixe a ferrugem avançar, trate-a enquanto há tempo. Uma curiosidade; você sabia que 25% da produção mundial de aço abastece somente o mercado de reposição? Na dúvida sempre consulte um pintor profissional. E lembre-se, o que importa realmente está dentro da lata!
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Sistemas de Pintura em Alvenaria

14Jul

Olá tudo bem? Sou o Felipão, consultor técnico especialista em tintas e pinturas. No blog de hoje vamos falar a respeito de sistemas de pintura em superfícies de alvenaria. Antes de falarmos sobre sistemas de pinturas, vamos entender um pouco mais a respeito da alvenaria: Alvenaria é a construção de estruturas e de paredes, utilizando peças unidas entre si, com o uso de argamassas ou não. Estas unidades podem ser blocos de cerâmica, vidro, concreto, pedras, tijolos, etc. O termo alvenaria vem de "alvener", “pedreiro", a partir da língua árabe. A alvenaria pode servir tanto como vedação ou como estrutura de uma edificação, conhecida como alvenaria estrutural. Os blocos de cerâmica são os mais comuns e mais utilizados, muito conhecidos pelo seu isolamento térmico e de umidade. Vamos ver alguns tipos de alvenaria: Alvenaria de Embasamento O material recomendado para a construção desse modelo é o tijolo maciço, porém, o bloco de concreto também é uma opção, ambos facilitam a passagem de tubulações e são assentados na base dos edifícios (baldrames), por isto materiais de maior retenção de água são mais indicados. Alvenaria estrutural Nesse modelo, suas paredes sustentam o peso de toda edificação, distribuindo para as fundações, por isto se dispensa o uso de vigas e colunas. As instalações elétricas e hidráulicas são feitas em conjunto com as paredes, ao mesmo tempo, no tipo estrutural, uma reforma posterior se torna mais complicada quando da necessidade da remoção de paredes. Alvenaria Convencional ou de vedação Tem como característica a separação e vedação de ambientes, tendo sua estrutura formada por vigas e pilares de concreto ou metal, por isto suas formas podem ser mais variadas, porém tendo um custo um pouco maior. E Por último temos a Alvenaria ecológica As alvenarias ecológicas não são tão conhecidas quanto as demais, utilizam tijolo ecológico a base de o pó de mármore e cimento, são encaixados um a um, tipo lego e se tornam uma boa opção devido seu menor custo e grande resistência. Entrando no tema de sistemas de pinturas, para começar, vamos dividir em dois tipos de alvenaria; nova e repintura, bom e mal estado. Começando por uma superfície de alvenaria nova, onde podemos incluir os seguintes principais substratos: reboco, massa grossa, massa fina, blocos de concreto e gesso. Quando falamos de reboco, massa grossa e massa fina, um ponto muito importante antes de se executar o sistema de pintura, é saber que superfícies cimentícias como as citadas acima, necessitam de um tempo de cura, ou seja, secagem total dos componentes, que deve ser de no mínimo 28 dias, para que a maior parte da alcalinidade seja eliminada e não cause problema na pintura posteriormente. Lembre-se este tempo de espera é normatizado pela ABNT, pela norma NBR 13245. Com a superfície totalmente curada, podemos escolher entre alguns sistemas de pintura como; 1 - Selador Acrílico + massa acrílica (exteriores) ou Massa pva (interiores) + tinta de acabamento. 2 - Selador Acrílico + tinta de acabamento. 3 - massa (acrílica ou pva) + acabamento. 4 – Selador Acrílico + texturas Importante, sempre faça o lixamento da superfície e posterior remoção do pó com vassoura e pano úmido, para logo em seguida começar as aplicações dos produtos. Todas estas combinações são opcionais e a escolha vai depender do tipo de acabamento desejado, como também do orçamento demandado para pintura. Não esqueça, seguir perfeitamente o passo a passo de preparação do produto conforme descrito na embalagem do fabricante, é essencial para obter o melhor desempenho, ficou na dúvida, chama o pintor. Se o sistema de pintura for feito em uma superfície já pintada em bom estado, no caso uma repintura, o uso de seladores será dispensado, pois esta superfície já está selada com a pintura existente. O procedimento será efetuar um lixamento para melhorar a aderência da superfície, remoção do pó com vassoura de pelos e pano úmido e posteriormente a aplicação do produto desejado. Quando falamos de superfícies de alvenaria em mal estado, o mais importante é saber qual ou quais os problemas esta superfície tem, como; umidade, descascamento, eflorescência, calcinação, descascamento, bolhas, mofo, etc. Remoções, lixamentos, espatulamentos, lavagens são sempre necessários, mas não esqueça, sanar a origem do problema é sempre primordial. Depois de todo este processo o uso do Fundo Preparador será um grande aliado na maioria dos casos, sempre avalie com cuidado sua necessidade, pois ele é o grande parceiro do pintor. Caso não esteja seguro em proceder com a pintura, a melhor opção é consultar um pintor profissional, para especificar e executar o processo ideal de reparo para uma posterior pintura, pois cada caso é um caso e a avaliação prévia de um profissional pintor é extremamente importante e na maioria das vezes necessária. Escolha produtos de qualidade e com o acabamento desejado; fosco, acetinado ou semi-brilhante, efeitos, texturas etc. Lembrando que quanto mais brilho maior a durabilidade e resistência da tinta, quanto menor brilho, menor a visibilidade de pequenos defeitos da superfície, dê sempre preferência por marcas certificadas pelo psq. Na dúvida consulte o site: www.tintadequalidade.com.br E lembre-se, o que importa realmente está dentro da lata! Obrigado por ler nosso conteúdo e até o próximo blog.
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Sistema de Pintura em Madeiras

30Jun

Olá, tudo bem? Sou o Felipão, consultor especialista técnico em tintas e pinturas. Neste blog vamos falar a respeito de sistemas de pintura em superfícies de madeira. Dentre todos os substratos mais conhecidos para pintura alvenaria, madeira e metais, a madeira é o material que mais se altera com as intempéries. Este material apresenta grande diversidade de características mecânicas, densidade, absorção de umidade, cor, etc. Vamos conhecer e entender os principais tipos: Madeiras Finas: São muito empregadas em marcenaria. Exemplo: Carvalho e cerejeira. Madeiras Duras ou de Lei: Usadas em construção, como suportes e vigas. Exemplo: Jatobá, jacarandá, pau ferro. Madeiras Resinosas: Usadas em construções temporárias. Exemplo: Angico, Cumaru, Ipê. Madeiras Brandas: São fáceis de trabalhar, mas pouco duráveis. Não são usadas em construção. Exemplo: Cedro e Pinho. Agora, vamos entender um pouco as propriedades físicas e mecânicas das madeiras: Higroscopicidade, palavra difícil né, mas é a Capacidade de absorver umidade e evaporar com facilidade. Flexibilidade: Capacidade de curvar sem quebrar. Durabilidade: Capacidade de resistirem aos agentes prejudiciais, sem apodrecer. Compressão: Resistência a encurtar o seu comprimento. Tração: Resistência a estender o seu comprimento. Flexão: Resistência a forças ao longo do seu comprimento. Dureza: Resistência oferecida pela madeira a forças de penetração.   São conhecidas também como substratos vivos, pois muitas delas mantém várias de suas características, mesmo depois de sua extração e processamento. Quando falamos em madeiras, podemos dividir os sistemas de pintura em madeiras novas ou repinturas em bom ou mal estado, podendo ser com esmaltes sintéticos ou esmaltes a base de água, como também envernizamento. Para uma pintura em madeira nova, é importante saber que a madeira deve estar perfeitamente seca, sem a presença da seiva ou resinas naturais, caso exista, é necessária uma limpeza prévia com thinner para limpeza ou sal azedo (ácido oxálico), para remoção total destas substâncias. Com a madeira seca, é importante fazer um lixamento, sempre nos sentidos dos veios, para se obter um melhor acabamento, evitando o desprendimento das fibras. Posteriormente uma limpeza, com um pano levemente umedecido em thinner, aguarrás ou se preferir, pode lavar com água e detergente, para remover todo resíduo de pó e oleosidade, na opção da lavagem com detergente, antes de pintar, a madeira deverá estar totalmente seca, por isso aguarde pelos menos 48 horas antes de pintar, não esquece disto! Como sistemas de pintura, existem as seguintes opções: 1 - Fundo sintético base solvente + Tinta esmalte sintético brilhante, acetinado ou fosco ou tinta a óleo. 2 - Fundo base água + esmalte base água, brilhante ou acetinado. 3 - Fundo base água + massa para madeira base água + esmalte base água brilhante ou acetinado. Existem várias opções de produtos e acabamentos, mas procure usar sempre tintas e complementos da mesma marca. Para todas estas opções, as cores escolhidas são sempre as que mais te agradam. No caso de envernizamento as opções de sistemas de pintura são: 1 - Áreas não molháveis - Seladora para madeira + Verniz base água ou solvente, brilhante, acetinado ou fosco. 2 - Áreas molháveis ou não molháveis – aplicação direta do verniz, usando-o como fundo para ele mesmo, podem ser a base de água ou solvente, também brilhante, acetinado ou fosco. Fique bem atento as opções de vernizes do mercado, são muitas, incolores, tingidos e com acabamentos bem variados, escolha o que mais te agrada e se ajusta as necessidades da superfíce. Para uma repintura em bom estado, seja verniz ou esmaltes, apenas faça um bom lixamento removendo totalmente o brilho da tinta antiga, limpe com um pano levemente umedecido em aguarrás ou pode lavar com água e detergente deixando secar bem e reaplique o acabamento desejado. Se a pintura estiver em mal estado, é importante remover toda pintura através de removedores, lixamento ou escovação e começar a pintura do zero, com uso de fundos, como explicado anteriormente. Importante – para que um verniz e a madeira tenham uma durabilidade e retenção do brilho maiores, é importante que se faça uma manutenção periódica, aplicando uma nova demão de manutenção do produto no intervalo de tempo determinado pelo fabricante, pois a ação dos raios solares atinge diretamente a madeira, causando uma degradação muito mais precoce, quando comparamos a uma pintura com esmaltes. Ficou na dúvida, não está seguro para fazer o trabalho? Então contrata um pintor profissional para não correr o risco de errar. E lembre-se, o que importa realmente está dentro da lata! Obrigado por ler nosso conteúdo e até o próximo blog.
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Patologias em Pinturas  - parte 2

15Jun

Patologias parte 2 Olá, tudo bem? Eu sou o Felipão, consultor técnico especialista em tintas e pinturas. Bem vindo ao blog Pinta Mundi Tintas com o tema patologias em pinturas parte 2, se você não leu ainda a primeira parte, sugerimos que leia e depois venha com a gente nesta segunda parte. Então vamos lá; Como falamos no primeiro blog, patologias em pinturas são todos os problemas que podem ocorrer antes, durante e depois da pintura. Este é um assunto muito importante, porque faz parte do principal processo de uma pintura, a preparação. Nesta segunda e final parte, vamos abordar outras principais patologias, as mais comuns e encontradas no dia a dia, podemos relacionar conforme abaixo; Excesso de brilho: Esta é uma patologia muito comum, e que pode comprometer muito a nova pintura, ocasionando vários tipos de problemas como veremos a seguir. Locais - Paredes, tetos, portas, janelas, vidros, azulejos, etc. Aparência - As superfícies apresentam alto brilho com grande reflexão de luminosidade, muito baixa ou nenhuma porosidade. Causas - Aplicação de calfino, gesso corrido, alta compactação dos materiais, excesso de aditivos em argamassas, fundo preparador com baixa diluição, tintas com alto brilho, alta tensão superficial  de azulejos, vidros, fórmicas, etc. Solução – Quando este problemas se apresentar, deverá ser necessário fazer uma promoção de aderência na superfície, este processo pode ser feito através do lixamento até a remoção total do brilho com posterior remoção do pó, ou quimicamente, através  de fundos como wash primer ou fundo epóxi bi componente. No caso de superfícies vitrificadas como azulejos, vidros, pastilhas, etc, existem produtos específicos que tem uma boa aderência e podem ser aplicados diretamente como os epóxis e os esmaltes base água. Manchas de Aplicação: Este também é um problema muito comum, que ocorre durante o processo de aplicação dos produtos, veremos abaixo as principais causas e soluções, vejamos: Locais - Paredes, tetos, pisos, fachadas, muros etc. Podendo ser superfícies extensas ou não. Aparência - A superfície pintada fica com marcas de faixas retas paralelas, evidenciando as emendas dos “panos” de pintura ou com marcas evidentes da ferramenta usada, ou manchas isoladas em pontos distintos. Causas - Falta de alastramento da tinta (repasse) principalmente em tintas acetinadas, semi brilhantes, cores intensas e texturas. Ferramenta inadequada, falta de diluição , recortes, superfícies não seladas devidamente (absorção), retoques (cuidado com eles). Soluções – Procurar usar a diluição correta do produto, não pintar sob sol forte, procurar fazer o recorte também com um rolo menor com o mesmo tipo de lã do maior, saber que ao pintar por exemplo uma porta e uma parede da mesma cor com tecnologias diferentes haverá diferença na cor, procurar pintar sobre superfície selada. Manchas Escorridas (extração de solúveis): Esta também é uma patologia muito comum em todas as marcas de tintas, vamos entender um pouco mais: Locais – Normalmente em áreas extensas de paredes externas de fachadas de edifícios ou casas, marquises, beirais, muros, etc. Aparência - Manchas escorridas brilhantes, com aparência esbranquiçada ou amarelada, muitas vezes com leve pegajosidade. Causas - Ocorrem em tintas acrílicas ou P.V.A a base de água com acabamento fosco, aplicadas até 30 dias, quando entram em contato com água, devido a chuvas fracas, sereno, maresia e condensação de umidade (banheiros, cozinhas). Solução – Se as manchas forem descobertas em até 30 depois da aplicação, deverá ser feita uma cortina de água, molhando toda superfície por igual, serão notadas espumas que fazem parte do processo de remoção das manchas, depois é só deixar secar. Se a tinta estiver totalmente seca, a lavagem não trará resultado e será necessária uma nova demão de tinta. Manchas e riscos por atrito: São manchas e ou riscos muito comuns em determinados tipos de tintas e cores, vamos ver: Locais - Paredes, portas, janelas etc. Pintadas em áreas internas ou externas. Aparência - Manchas na maioria das vezes esbranquiçadas com formatos e intensidades variados. Causas - Ocorrem em tintas de cores intensas com acabamento fosco e as vezes no acetinado, devido ao atrito de qualquer material, onde os mais comuns são as mãos e roupas. O filme das tintas com acabamentos mais para o fosco são como lixas bem finas (1500 – 2500), que ao sofrerem atrito, transferem parcialmente o material de contato para a superfície, causando as manchas. Solução – Utilizar tintas com mais brilho como a semi-brilhante ou diminuir a intensidade da cor. Amarelecimento em esmaltes sintéticos e tintas a óleo: Este é um problema que ocorre em todos os esmaltes sintéticos de todas as marcas, seja ele brilhante, acetinado ou fosco, quando usada branco, vejamos; Locais - Portas, janelas, batentes, forros, superfícies em madeira ou metal pintados em áreas internas ou externas. Aparência - Percebe-se uniformemente ou não, uma alteração de cor ao longo do tempo, saindo do branco e podendo chegar a tonalidades próximas ao marfim, basicamente um amarelecimento. Causas - Devido à baixa ou falta de luminosidade solar, há uma migração para a superfície da película da tinta, de uma enzima específica, inserida no óleo de soja usado como auxiliar secativo dos esmaltes sintéticos, tintas a óleo e vernizes. Solução – Repintar com esmaltes acrílicos a base de água ou esmaltes sintéticos específicos, que não sofrem esta característica de amarelecimento. Diferença de Tonalidade: Quando falamos deste tema, as causas são muito variadas, podendo ser desde uma particularidade visual até realmente problema de cor no produto, mas vamos entender melhor: Locais - Qualquer pintura ou superfície que envolva mais de um lote de fabricação e ou se encaixe nas causas abaixo. Aparência - Nota-se uma diferença de tonalidade em uma ou várias superfícies do local, normalmente onde há continuação de pintura em um mesmo plano, porém, podendo ocorrer em planos distintos também. Causas - Diferenças de iluminação, diferenças de textura, diferenças de brilho,perspectiva pela distância, diferenças entre lotes, variações de dimensões, mudança de tecnologia, problemas no sistema tintométrico, alteração de fórmulas. Solução – Utilizar em continuação de pintura produtos do mesmo lote, não misturar tecnologias, saber que variação de brilho varia cor, verificar se não houve alteração de fórmula da máquina de cores ou mudança de padrão de cor na fábrica do produto, manter a máquina de cores sempre com manutenção em dia. E por último vamos falar de uma patologia também muito comum e as vezes devastadora, que atinge os metais ferrosos, a famosa ferrugem, olha só, a ferrugem é característica dos metais ferrosos, que contém óxido de ferro na sua composição, ela se divide em 3 etapas; oxidação, ferrugem e corrosão, que é o processo final e pode danificar seriamente o substrato, vamos entender melhor: Locais - Superfícies em ferro fundido, aço carbono, metalon, galvanizados, ou seja, toda superfície que contenha o óxido de ferro. Aparência - No início apresenta-se uma tonalidade alaranjada por toda superfície, posteriormente há um escurecimento, mudando para um tom vermelho amarronzado e causando uma leve aspereza pela superfície, aumentando gradativamente se não tratado até chegar na corrosão. Causas - A oxidação é o início do processo de degradação do metal, causada pelo contato com o oxigênio, umidade e ou maresia (vapores de água salina), a etapa posterior no metal ferroso é conhecida como ferrugem, que é o primeiro sinal da corrosão, que pode chegar a destruição total e se o metal não for tratado este será um processo irreversível. Este foi nosso segundo capítulo de patologias em pintura, espero que tenham gostado e aqui vai uma dica; patologias muitas vezes precisam de bastante técnica e conhecimento para serem solucionadas por isto, procure sempre consultar um pintor profissional. E lembre-se, o que importa realmente está dentro da lata! Obrigado e até o próximo blog!
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